quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Vitor Hugo

"A morte não é o fim de tudo. Ela não é senão o fim de uma coisa e o começo de outra.

Na morte o homem acaba e a alma começa.

Que digam esses que atravessam a hora fúnebre, a última alegria, a primeira do luto.

Digam se não é verdade que ainda há ali alguém, e que não acabou tudo?

Eu sou uma alma. Bem sinto que o que darei ao túmulo não é o meu eu, o meu ser.

O que constitui o meu eu, irá além.

O homem é um prisioneiro. O prisioneiro escala penosamente os muros da sua masmorra. Coloca o pé em todas as saliências e sobe até ao respiradouro. Aí, olha, distingue ao longe a campina, aspira o ar livre, vê a luz.

Assim é o homem.

O prisioneiro não duvida que encontrará a claridade do dia, a liberdade.

Como pode o homem duvidar se vai encontrar a eternidade à sua saída?

Por que não possuirá ele um corpo sutil, etéreo?

De que o nosso corpo humano não pode ser senão um esboço grosseiro?

A alma tem sede do absoluto e o absoluto não é deste mundo.

É por demais pesado para esta terra.

O mundo luminoso é o mundo invisível. O mundo do luminoso é o que não vemos.

Os nossos olhos carnais só vêem a noite.

A morte é uma mudança de vestimenta.

A alma, que estava vestida de sombra, vai ser vestida de luz.

Na morte o homem fica sendo imortal.

A vida é o poder que tem o corpo de manter a alma sobre a terra, pelo peso que faz nela.

A morte é uma continuação.

Para além das sombras, estende-se o brilho da eternidade.

As almas passam de uma esfera para outra, tornam-se cada vez mais luz.

Aproximam-se cada vez mais e mais de Deus.

O ponto de reunião é no infinito.

Aquele que dorme e desperta, desperta e vê que é homem.

Aquele que é vivo e morre desperta e vê que é Espírito”.

Victor Hugo

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Human Planet

Bom dia!
Recebi uma mensagem nesta manhã e vou compartilhar com vocês.
Ao assisitir ao vídeo, fui tomada de forte emoção... Como sou abençoada em estar onde estou, conviver com meus pares, trabalhar, vestir, comer, locomover...
Há em nosso querido Planeta tantos outros irmãos que vivem e sobrevivem com tão pouco, em regiões inóspitas, com poucos recursos - diferentes culturas, cores, sabores, sensações - e dessa forma são felizes, trilham seus caminhos, cumprem suas missões.
Vamos refletir e compartilhar as vibrações de amor, respeito e admiração.
http://www.youtube.com/watch?v=2HiUMlOz4UQ
Abraços,
Cris

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

2011

Prezados, depois de muito tempo (muito tempo mesmo), volto ao meu blog. Refleti durante estes meses e percebi que manter um blog é custoso - tempo, idéias, conteúdo e por aí afora.
Vou deixar em aberto o objetivo deste instrumento, postando aleatoriamente materiais que sejam interessantes para mim, que dizem respeito à Cristina que muitos desconhecem.
São todos bem vindos e espero que gostem da diversidade.
Abraços,