segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Vamos abrir o olho

Amigos, novamente venho com um assunto diverso do propósito deste blog. Pensanso bem, se observarmos com cuidado, o assunto não é assim tão fora do contexto, visto que trata-se de falta de ética e de compromisso, irresponsabilidade e mau uso da máquina administrativa, entre tantas outras coisinhas.
Vejam abaixo o esquema sobre o caso Erenice Guerra - que vergonha!!



sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Crueldade

Hoje venho falar de um assunto completamente fora do contexto (até um segundo juízo).

Em 16 de setembro o SBT apresentou o programa Conexão Repórter falando sobre Crueldade com Animais. Como muitos de vocês sabem, sou apaixonada por eles e repudio toda e qualquer forma de maus tratos. Indignada, com nojo e muito pensativa, decidi escrever algumas considerações a respeito do assunto.

Você come carne? Com que frequência? A carne é essencial para o organismo do ser humano? Você sabe qual a procedência da carne que consome? Estas e outras tantas perguntas permeavam minha mente e agora vem à tona, pois não é concebível nos alimentarmos quase que basicamente de outros seres vivos. Não sou vegetariana ou veganista, mas sou um ser pensante. Vamos trocar de lugar com eles: você nasce, é afastado de sua mãe e de sua família, colocado em um local inadequado para seu crescimento (como toda criança ou filhote, quer correr, brincar, tem fome, frio, gosta de ficar perto da mãe e muito mais). A depender do caso, cresce e começa a observar que os mais velhos são preparados para serem levados ao matadouro e de lá não voltam. No ar, um clima de tensão, medo, dor. Para as vitelas (bezerros recém nascidos) é pior: são separados de suas mães e enclausurados em pequenos cubículos, sem iluminação e sem espaço para se mexerem, para não criarem músculos e oferecerem uma carne branca e macia. Os animais abatidos sofrem uma descarga elevadíssima de adrenalina no corpo, contaminando a carne. Isso sem falar do lado espiritual da coisa: inúmeros espíritos desencarnados e vampiros envolvem os condenados, alimentando-se do desespero, da aflição, e depois do abate, sugam os fluidos, remexem as carnes... um verdadeiro banquete de horrores. Mas ah, que exagero – um bifinho é tão bom, dirão os Homens (ops, eu falei Homens – será?). Existe o abate humanitário, que proporciona ao animal um desligamento anterior à morte, quando são anestesiados e não sentem dor ou desespero. Na verdade, o que precisa existir é o não-abate – precisamos aprender a nos alimentar de outras fontes que preservem a vida animal. Superpopulação de vacas, galinhas, peixes e outros comestíveis? Não, não haveria pecuaristas, granjeiros – haveria apenas os animais necessários para fornecer os produtos secundários (leite, ovos). A ciência já é capaz de desenvolver substâncias semelhantes à proteína animal.

Este assunto é inesgotável e penso, com tristeza, que a humanidade ainda não está preparada para dar esse passo rumo à vida.

Somos menos que animais, pois eles matam para alimentar os filhotes e saciar a fome, mantendo o equilíbrio natural do sistema. Nós, matamos para saciar a fome, congelar, estocar, preparar jantares homéricos para ostentar riqueza, luxo e poder.

Você seria capaz de esmagar uma pessoa viva? Seria capaz de descartar um filho porque ele nasceu com um defeito físico ou porque já tem 2 e não quer mais? Há pessoas que responderiam sim às perguntas, mas elas não contam porque não são pessoas – são coisas que precisam de nossas orações para que possam, algum dia, de alguma forma, elevarem-se em direção à evolução, ao amor. Pois é, com os pintinhos a coisa muda: os que são “patinhos feios” são esmagados junto com as cascas dos ovos, vivos, piando pela vida.

Vamos para outro ponto: tradições e costumes. Touradas, matança de golfinhos, baleias e focas. Gente, tem cabimento isso? A troco do que? Pense num arpão penetrando suas costas, você sendo sufocado e carneado, muitas vezes ainda vivo? De acordo com informações do Green Peace, os estoques de carne de baleia e golfinho no Japão estão altíssimos, pois a população não quer mais se alimentar deles. E o que fazem? Ano após ano continuam matando milhares e milhares. Olha que beleza – o ecossistema fica com uma falha, desequilibra-se e a Natureza procura seu equilíbrio aumentando a temperatura, provocando chuvas, seca e erupções que para muitos são apenas eventos adversos ou resultado do efeito estufa.

Fico tão revoltada com tudo isso... você já olhou nos olhos de um cachorro? O que eles pedem? Amor, carinho, cuidado, companhia e claro, comida e água. Eles confiam de olhos fechados no ser humano e nós retribuímos como? Jogando filhotes no rio, acorrentando cães, abandonando-os quando eles ficam um pouco mais velhos, já não servem mais e começam a exigir um pouco mais de nosso tempo (posso te contar uma coisa: nós fazemos isso com os idosos e as crianças também – sabia?).

Poderia escrever muitas e muitas linhas, mas intimamente, sei que nada é novidade, que todos sentimos a mesma repulsa, horror e assombro, que todos temos gravado em nosso DNA o amor, a caridade, o fazer o bem, a compaixão pelos seres ditos irracionais, que todos somos filhos d’Ele mas somente alguns estão despertos, estão de braços e coração aberto para a vida.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Tudo o que você não deve fazer na entrevista

Prezados, seguem abaixo algumas recomendações para auxiliar-nos no momento da entrevista.

7 recomendações para abolir deslizes clássicos no cara a cara com o recrutador

Nem tão cerimonioso a ponto de se render à robotização nem tão informal prestes a se tornar íntimo do selecionador. Em uma entrevista de emprego vale o bom senso, o equilíbrio e a transparência na relação entre as partes. A cautela deve acompanhar o candidato que vai participar de um processo seletivo desde a escolha do perfume até a entonação da fala.

Ilana Lissker, consultora e sócia da Search Recursos Humanos, e Priscila Azevedo, consultora da Veris Carreiras, contam quais são os equívocos mais comuns na entrevista e orientam como o candidato deve se portar para não escorregar na hora H.

1. Traje e acessórios
Uso de cores extravagantes como a amarela e a verde-limão, tecidos brilhantes, roupas muito decotadas, brincos grandes e barulhentos, maquiagem carregada, cheiro forte de perfume.
Correto: Entrevista de emprego não é uma festa. A ocasião pede um traje formal - terno ou camisa e calça social - de cor neutra como preta, cinza ou azul marinho. Os brincos devem ser discretos, a maquiagem deve apenas realçar a beleza natural do candidato e o uso do perfume deve ser controlado.

2. Gestos
Expressões exageradas, cruzada de pernas de modo descontrolado, braços cruzados ou apontados de forma expansiva para os lados ou em direção ao entrevistador, olhar cabisbaixo ou erguido podem revelar falta de controle emocional, baixa autoestima, arrogância ou comportamento inadequado à ocasião.
Correto: olhe nos olhos do recrutador e gesticule moderadamente.

3. Fala
Entonação muito alta ou baixa revela excesso ou falta de entusiasmo. Gírias e informalidade prejudicam o candidato. Erros grosseiros de português, redundância ou frases vazias - sem relevância - demonstram deficiência na comunicação e falta de objetividade.
Correto: Fale de maneira firme e articulada, sem atropelar o entrevistador. Preste atenção às perguntas dele e responda com assertividade. Em caso de dúvida, devolva a questão de uma forma diferente para esclarecer o que ele quer saber. Respeite às regras da língua portuguesa e use termos de sua área durante a conversa.

4. Informações pessoais
Para conseguir uma vaga o candidato engana o entrevistador. Diz que não tem filhos, está bem de saúde e aceita viajar ou mudar de cidade pela empresa. Ou exagera nos detalhes quando questionado sobre a vida pessoal. Exemplo: o recrutador pergunta por qual motivo o candidato separou-se do cônjuge e ele conta toda a sua história de vida para responder a questão.
Correto: Seja sincero e objetivo. O recrutador busca conhecer o candidato porque sabe que determinadas características pessoais ou situações vão interferir no trabalho. É preferível ser eliminado do processo por causa de uma informação verdadeira do que se frustrar depois de contratado. Todavia, tenha bom senso ao falar sobre si.

5. Sobre a carreira
Do mesmo modo, o candidato mente ou omite dados importantes sobre a vida profissional ou ainda desvia-se da pergunta do selecionador. Costuma-se mentir o nível do idioma estrangeiro e a função ocupada em empregos anteriores. Ocorre também de o profissional desligar-se de uma empresa por divergir das lideranças e, na hora da entrevista, criticar a organização ou os colegas com quem trabalhou.
Correto: Diga a verdade com profissionalismo. Os recrutadores são especialistas em identificar contradições ou mentiras.

6. Sobre a empresa
O candidato comparece à entrevista sem saber informações básicas sobre a organização como ramo de atuação, porte, abrangência geográfica. Quando questionado sobre o porquê do interesse em trabalhar na companhia acaba se atrapalhando na reposta.
Correto: Acesse o site da empresa antes mesmo de enviar o currículo. Agregue o máximo de informações possível e verifique se os valores da instituição são condizentes com os seus.

7. Dúvidas
O candidato é demasiado passivo, sai da entrevista cheio de questionamentos. Ou é impaciente, faz perguntas em momentos impróprios. Interroga, por exemplo, qual o salário e os benefícios oferecidos pela empresa logo na primeira entrevista.
Correto: Deixe para sanar as dúvidas no final da entrevista. O salário, grosso modo, é negociado nas últimas etapas do processo seletivo. O interesse inicial deve estar na vaga disponível e nas oportunidades de crescimento profissional que a empresa pode proporcionar ao candidato.

Por Rômulo Martins

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Código de Ética do Profissional de Secretariado

Esse Código de Ética é um dos instrumentos básicos para o direcionamento correto da nossa atuação como profissionais. Se você ainda não o conhece, invista cinco minutos na sua leitura. Se você já o conhece, aproveite para relê-lo. Deixe-o à mão, divulgue-o entre as colegas de profissão, mostre-o ao setor de RH de sua empresa e aos executivos.

Faça uma reflexão e veja como - individualmente ou em grupo - o Código pode ser melhor conhecido e, principalmente, colocado em prática. Sempre que fizer sua auto-avaliação profissional, tenha o Código de Ética como parâmetro.


Código de Ética

Publicado no Diário Oficial da União de 7 de julho de 1989.


Capítulo I

Dos Princípios Fundamentais

Art.1º. - Considera-se Secretário ou Secretária, com direito ao exercício da profissão, a pessoa legalmente credenciada nos termos da lei em vigor.

Art.2º. - O presente Código de Ética Profissional tem por objetivo fixar normas de procedimentos dos Profissionais quando no exercício de sua profissão, regulando-lhes as relações com a própria categoria, com os poderes públicos e com a sociedade.

Art.3º. - Cabe ao profissional zelar pelo prestígio e responsabilidade de sua profissão, tratando-a sempre como um dos bens mais nobres, contribuindo, através do exemplo de seus atos, para elevar a categoria, obedecendo aos preceitos morais e legais.

Capítulo II

Dos Direitos

Art.4º. - Constituem-se direitos dos Secretários e Secretárias:
a) garantir e defender as atribuições estabelecidas na Lei de Regulamentação;
b) participar de entidades representativas da categoria;
c) participar de atividades públicas ou não, que visem defender os direitos da categoria;
d) defender a integridade moral e social da profissão, denunciando às entidades da categoria qualquer tipo de alusão desmoralizadora;
e) receber remuneração equiparada à dos profissionais de seu nível de escolaridade;
f) ter acesso a cursos de treinamento e a outros Eventos/Cursos cuja finalidade seja o aprimoramento profissional;
g) jornada de trabalho compatível com a legislação trabalhista em vigor.

Capítulo III

Dos Deveres Fundamentais

Art.5º. - Constituem-se deveres fundamentais das Secretárias e Secretários: a) considerar a profissão como um fim para a realização profissional; b) direcionar seu comportamento profissional, sempre a bem da verdade, da moral e da ética; c) respeitar sua profissão e exercer suas atividades, sempre procurando aperfeiçoamento; d) operacionalizar e canalizar adequadamente o processo de comunicação com o público; e) ser positivo em seus pronunciamentos e tomadas de decisões, sabendo colocar e expressar suas atividades; f) procurar informar-se de todos os assuntos a respeito de sua profissão e dos avanços tecnológicos, que poderão facilitar o desempenho de suas atividades; g) lutar pelo progresso da profissão; h) combater o exercício ilegal da profissão; i) colaborar com as instituições que ministram cursos específicos, oferecendo-lhes subsídios e orientações.

Capítulo IV

Do Sigilo Profissional

Art.6º. - A Secretária e o Secretário, no exercício de sua profissão, deve guardar absoluto sigilo sobre assuntos e documentos que lhe são confiados.

Art.7º. - É vedado ao Profissional assinar documentos que possam resultar no comprometimento da dignidade profissional da categoria.

Capítulo V

Das Relações entre Profissionais Secretários

Art.8º. - Compete às Secretárias e Secretários: a) manter entre si a solidariedade e o intercâmbio, como forma de fortalecimento da categoria; b) estabelecer e manter um clima profissional cortês, no ambiente de trabalho, não alimentando discórdia e desentendimento profissionais; c) respeitar a capacidade e as limitações individuais, sem preconceito de cor, religião, cunho político ou posição social; d) estabelecer um clima de respeito à hierarquia com liderança e competência.

Art.9º. - É vedado aos profissionais: a) usar de amizades, posição e influências obtidas no exercício de sua função, para conseguir qualquer tipo de favoritismo pessoal ou facilidades, em detrimento de outros profissionais; b) prejudicar deliberadamente a reputação profissional de outro secretário; c) ser, em função de seu espírito de solidariedade, conivente com erro, contravenção penal ou infração a este Código de Ética.

Capítulo VI

Das Relações com a Empresa

Art.10º. - Compete ao Profissional, no pleno exercício de suas atividades: a) identificar-se com a filosofia empresarial, sendo um agente facilitador e colaborador na implantação de mudanças administrativas e políticas; b) agir como elemento facilitador das relações interpessoais na sua área de atuação; c) atuar como figura-chave no fluxo de informações desenvolvendo e mantendo de forma dinâmica e contínua os sistemas de comunicação.

Art.11º. - É vedado aos Profissionais: a) utilizar-se da proximidade com o superior imediato para obter favores pessoais ou estabelecer uma rotina de trabalho diferenciada em relação aos demais; b) prejudicar deliberadamente outros profissionais, no ambiente de trabalho.

Capítulo VII

Das Relações com as Entidades da Categoria

Art.12º. - A Secretária e o Secretário devem participar ativamente de suas entidades representativas, colaborando e apoiando os movimentos que tenham por finalidade defender os direitos profissionais.

Art.13º. - Acatar as resoluções aprovadas pelas entidades de classe.

Art.14º. - Quando no desempenho de qualquer cargo diretivo, em entidades da categoria, não se utilizar dessa posição em proveito próprio.

Art.15º. - Participar dos movimentos sociais e/ou estudos que se relacionem com o seu campo de atividade profissional.

Art.16º. - As Secretárias e Secretários deverão cumprir suas obrigações, tais como mensalidades e taxas, legalmente estabelecidas, junto às entidades de classes a que pertencem.

Capítulo VIII

Da Obediência, Aplicação e Vigência do Código de Ética

Art.17º. - Cumprir e fazer cumprir este Código é dever de todo Secretário.

Art.18º. - Cabe aos Secretários docentes informar, esclarecer e orientar os estudantes, quanto aos princípios e normas contidas neste Código.

Art.19º. - As infrações deste Código de Ética Profissional acarretarão penalidades, desde a advertência à cassação do Registro Profissional na forma dos dispositivos legais e/ou regimentais, através da Federação Nacional das Secretárias e Secretários.

Art.20º. - Constituem infrações: a) transgredir preceitos deste Código; b) exercer a profissão sem que esteja devidamente habilitado nos termos da legislação específica; c) utilizar o nome da Categoria Profissional das Secretárias e/ou Secretários para quaisquer fins, sem o endosso dos Sindicatos de Classe, em nível Estadual e da Federação Nacional nas localidades inorganizadas em Sindicatos e/ou em nível Nacional.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Vestuário

Bom dia!
Passado tanto tempo (e eu que havia prometido não ficar afastada...), fim da copa, o mundo voltando ao normal - retomemos nossas atividades.
Vamos falar sobre vestuário - uma coisa delicada de se tratar. Primeiramente, vamos à exposição do meu ponto de vista:
- onde está escrito que sua competência e eficiência são medidas pela roupa que você veste?
- quem disse que uma pessoa séria e responsável tem que se vestir de maneira sóbria e discreta?
- parodiando o ditado "o hábito faz o monge", temos "a roupa faz o profissional" - será?
- sua personalidade e seu estilo podem ser anulados em favor de um estereótipo falso?
Como podem perceber, não concordo com algumas convenções impostas pela sociedade.
Roupa é coisa séria - estilo também. Não posso conceber uma pessoa alegre, jovem, competente e responsável vestindo-se de terninhos e tailleurs cinza, preto, marinho e marrom o tempo todo somente porque ocupa um cargo de secretária executiva. Além do excesso de sobriedade e tristeza em termos de cores, temos o agravante da ausência delas. Recomenda-nos a cromoterapia utilizarmos cores alegres, que nos proporcionem bem estar, troca energética com o Universo, auxiliando até mesmo na manutenção de nossa saúde, equilíbrio e bem estar. Também não concordo que pessoas mais velhas e experientes precisam se vestir como anciãos, monocromáticos, mudos e inexpressivos.
Cuidado com o outro extremo: excesso de cores, misturas extravagantes, transparências, decotes profundos - muita calma nessa hora!
Vamos observar as peças que temos no guarda-roupa, combinar cores claras e escuras para contrastar, respeitar nossa personalidade, nos vestirmos com elegância e mais do que isso, nos comportarmos de maneira distinta, educada, executando nossas tarefas com carinho, competência e alegria - afinal, passamos em nosso ambiente de trabalho 1/3 de nosso dia, quando não mais do que isso.
Precisamos nos sentir bem dentro da roupa, respeitando nossa empresa e nós mesmas à medida em que nos vestimos com capricho.
Agora, não adianta se vestir de rainha e se comportar como plebéia - sua roupa não tem competências, habilidades, poderes mágicos. Você é o que é e seus trajes são complementos e podem até indicar seu cargo e sua função - mas se você não se dedicar e honrar o que faz, sua vestimenta não o fará por você.
Gostaria de ouvir a opinião de vocês sobre o assunto.
Abraços!

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Copa do Mundo

Bom dia!
Copa do Mundo, verde e amarelo, vuvuzela - o tempo para quando nossa seleção entra em campo!
Em tempos de futebol e jogos durante o dia todo, a rotina é alterada e respira-se futebol.
Nas empresas, horários são modificados, televisões ligadas, espaços especiais são preparados para os colaboradores torcerem pelo Brasil.
E nós, como bons brasileiros, escalamos a seleção antes mesmo do técnico, reclamando que este ou aquele jogador não foi convocado; vamos à África (mesmo que virtualmente) treinar nossos atletas, curar as contusões, preparar a equipe; cristalizamos diante da telinha, prendendo a respiração quando a Jabulani se aproxima das redes adversárias - quando ela não atinge seu objetivo, voltamos a respirar soltando palavrões & palavrinhas - gestos, dicas, observações, tudo faz parte do momento mágico.

GOOOOOOOLLLL do Brasil, Brasil!!!!! Gente, tem coisa melhor de se ouvir em qualquer Copa? Aí o técnico acertou, era aquele jogador mesmo que devia jogar, enfim - esquecemos dos desencontros e elogiamos a equipe e seus dirigentes.
Agora, um recadinho ao nosso técnico: seja educado, não custa nada. Você, pessoa pública e em evidência nesse momento, deve controlar-se e, como os cavalheiros, dar tapas com "luvas de pelica" e não com soco inglês! Tudo bem que a pressão, críticas e provocações foram e são presentes, mas daí a revidar dessa forma? Vamos mostrar aos antipáticos e cri-cris que eles estão errados - de que forma? Jogando FUTEBOL, mostrando nossos talentos, preservando as boas maneiras e os bons costumes. Ser firme, autoritário e rigoroso não é ser grosseiro, boca suja e mal educado.
Bem, voltando ao nosso clima ameno, de harmonia e elegância, desejamos que nossa seleção seja vencedora e que aprenda a tirar bom proveito de todas as situações.
Abraços a todos!

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Regulamentação da profissão

Meus caros, hoje segue a lei que regulamenta a profissão de Secretária(o) Executiva(o).
É preciso muita atenção - algums empresas ainda tem em seus quadros pessoas que não se enquadram na legislação mas estão registradas como secretárias(os). Isso não é bom para a classe, embora seja conveniente para a empresa, pois temos piso salarial e este, em alguns casos, é maior do que é pago aos colaboradores que exercem a função mas estão fora da legislação.

IMPORTANTÍSSIMO - Registro na Delegacia Regional do Trabalho - o famoso DRT. Se colaboradores pertencentes a outras profissões regulamentadas precisam do DRT para serem empregados, por que o mesmo não é válido para nós? Muitas empresas desconhecem esse fato e empregam colaboradores não qualificados para o cargo, deixando de exigir o DRT.
Vamos ao texto da lei:

Lei 9.261 de 10/01/96 (Lei 7.377 de 30/09/85)

Art.1º - A Lei nº 7.377, de 30 de setembro de 1985, passa a vigorar com a seguinte redação para os incisos I e II do Art. 3º, para o inciso VI do Art. 4º e para o parágrafo único do Art. 6º.

Art.2º - Para os efeitos desta Lei, é considerado:
I - Secretário Executivo
a) o profissional diplomado no Brasil por curso superior de Secretariado, reconhecido na forma de Lei, ou diplomado no exterior por curso de Secretariado, cujo diploma seja revalidado no Brasil, na forma de Lei.
b) o portador de qualquer diploma de nível superior que, na data de vigência desta Lei, houver comprovado, através de declarações de empregadores, o exercício efetivo, durante pelo menos trinta e seis meses, das atribuições mencionados no Art.4º. desta Lei.
II - Técnico em Secretariado
a) o profissional portador de certificado de conclusão de curso de Secretariado em nível de 2º. grau;
b) portador de certificado de conclusão do 2º. grau que, na data de início da vigência desta Lei, houver comprovado, através de declarações de empregadores, o exercício efetivo, durante pelo menos trinta e seis meses, das atribuições mencionados no Art.5º. desta Lei.

Art. 3º - É assegurado o direito ao exercício da profissão aos que, embora não habilitados nos termos do artigo anterior, contém pelo menos cinco anos ininterruptos ou dez anos intercalados de exercício de atividades próprias de secretaria na data de vigência desta Lei.

Art.4º - São atribuições do Secretário Executivo:
I - planejamento, organização e direção de serviços de secretaria;
II - assistência e assessoramento direto a executivos;
III - coleta de informações para a consecução de objetivos e metas de empresas;
IV - redação de textos profissionais especializados, inclusive em idioma estrangeiro;
V - interpretação e sintetização de textos e documentos;
VI - taquigrafia de ditados, discursos, conferências, palestras de explanações, inclusive em idioma estrangeiro;
VII - versão e tradução em idioma estrangeiro, para atender às necessidades de comunicação da empresa;
VIII - registro e distribuição de expediente e outras tarefas correlatas;
IX - orientação da avaliação e seleção da correspondência para fins de encaminhamento a chefia;
X - conhecimentos protocolares.

Art.5º - São atribuições do Técnico em Secretariado:
I - organização e manutenção dos arquivos da secretaria;
II - classificação, registro e distribuição de correspondência;
III - redação e datilografia de correspondência ou documentos de rotina, inclusive em idioma estrangeiro;
IV - execução de serviços típicos de escritório, tais como recepção, registro de compromissos, informações e atendimento telefônico.

Art. 6º - O exercício da profissão de Secretário requer prévio registro na Delegacia Regional do Trabalho do Ministério do Trabalho e far-se-á mediante a apresentação de documento comprobatório de conclusão dos cursos previstos nos incisos I e II do Art.2º. desta Lei e da Carteira de Trabalho e Previdência Social - CTPS.

Parágrafo único: No caso de profissionais incluídos no art. 3º a prova da atuação será feita por meio de anotações na Carteira de Trabalho e Previdência Social e através de declarações das empresas nas quais os profissionais tenham desenvolvido suas respectivas atividades, discriminando as atribuições a serem confrontadas com os elencos especificados nos Arts. 4º e 5º.

Art. 7º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Art. 8º - Revogam-se as disposições em contrário.

Brasília, 10 de janeiro de 1996

Fernando Henrique Cardoso
Paulo Paiva

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Até que ponto...


Boa tarde!
Até que ponto... podemos ceder? podemos deixar para lá? podemos transigir? podemos explicar?
Até que ponto... somos honestos? somos verdadeiros? somos desinteressados? somos profissionais?
Hoje venho comentar com vocês até que ponto vale a pena determinadas atitudes, palavras, gestos e pensamentos.
Precisamos de um dispositivo funcionando - acionamos a equipe técnica responsável pelo conserto e manutenção desse dispositivo - esperamos dias (muuiiiitos dias) e a resposta é sempre a mesma: estamos providenciando (argh!); estamos verificando (e viva o "gerundismo"); nossos técnicos ainda não tem o diagnóstico. Aí vem aquela vontade incontrolável de dizer "Amigo, o negócio é o seguinte: vire-se, preciso da engenhoca funcionando e para já! Acelera e que resolvam agora mesmo o problema!".
Algumas opções:
1) Esperamos calmamente, conformados com a fila de demandas - até que ponto esperar sem prejudicar nosso trabalho? Podemos ser chamados de tontos ou pacientes pelos técnicos e de incompetentes pelo executivo.
2) Reclamamos e exigimos a solução no ato - até que ponto ser intransigente e ganhar a antipatia dos técnicos e de toda a equipe da manutenção? Da próxima vez, pode ser que demorem o dobro do tempo só porque foi você que pediu ou seu superior diga "pode deixar para depois".
3) Conversamos tranquilamente, explicamos (mais uma vez) a urgência e necessidade, porém deixamos claro que tudo bem, vamos aguardar mais um pouco - até que ponto isso colabora para a performance da equipe técnica? Talvez eles não sejam tão rápidos porque todos são compreensivos e o "boss" te chama e lhe dê aquele pito "Você ainda não resolveu isso? Um assunto tão simples!" Ele mesmo chama a equipe, explica o problema e, é claro, para ele nada é negado e tudo é resolvido no ato.
4) Ameaça, diz que vai chamar o chefe, apronta um escândalo - até que ponto você levará às últimas consequências sem importar-se com os prejudicados? Cão que muito late não morde - e isso não é bom para você, definitivamente. Ninguém quer ter como assistente uma pessoa "barraqueira" e que, no fundo, no fundo, não resolve nada, deixa tudo como está.
5) Resolve partir para meios mais agressivos, procurando outros que possam resolver de maneira satisfatória o problema, deixando bem claro que os anteriores foram incompetentes (neste caso) - até que ponto você tem condições e meios para chegar até aqui? Na maioria das vezes, ficamos de mãos atadas porque nosso chefe é extremamente centralizador.
Bem, todas essas situações e conflitos se passam no escritório, em casa, na rua - a todo instante somos testados e cabe a cada um de nós optar pela solução, pesando os prós e contras.
A cada um conforme suas obras.
Abraços a todos e tenham um excelente e restaurador feriado!

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Intuição

Olá! Estou de volta após alguns dias de muito trabalho, viagens e comemorações.
Acredito que todos vocês já escutaram aquela voz sussurrando orientações, aquele pensamento contraditório ou moderador de sua atividade, enfim - o sexto sentido, a intuição, o anjo da guarda - chamem como preferirem.
Há poucos dias passei por uma situação adversa por não dar ouvidos (novamente) à minha formiguinha que me fala coisas. Se eu tivesse seguido as instruções dela, tudo teria sido diferente e bem mais favorável.
Precisamos aprender a escutar esse pensamento de última hora - algumas vezes entendemos como prevenção, outras como "não faça isso agora - espere", "é bom você informar mais do que menos", blá, blá, blá que faz a diferença.
Hoje meu texto é, digamos assim, uma apologia discreta à intuição, que longe de ser mística, é realmente de outro mundo, de um mundo que quer nosso bem e nos ajuda a sermos hoje melhores do que ontem e amanhã melhores do que hoje.
Abraços a todos

terça-feira, 11 de maio de 2010

9 palavras e expressões contraindicadas no ambiente de trabalho

Fonte: http://www.ig.com.br/ - 11/05/2010

Se não tem nada de bom a dizer, fique quieta: expressões que denotam pouco interesse
devem ser evitadas no trabalho.
Em artigo publicado na Forbes.com, Linnda Durre, consultora, psicóloga e autora do livro "Surviving Toxic Workplaces" ("Sobrevivendo a Locais de Trabalho Tóxicos", em tradução literal), listou as piores nove expressões e palavras para se dizer no trabalho.

Para Sonia Carminhato, diretora de operações do Grupo Soma, empresa de consultoria em Recursos Humanos, quando uma empresa contrata um colaborador, espera que ele leve soluções. Dizer "vou ver o que eu posso fazer" e frases do tipo denotam uma predisposição a não fazer. Por isso, tome cuidado com seu discurso. "Frases assim denotam pouca proatividade", alerta. "Mas o principal é avaliar o comportamento do colaborador, não só o discurso".

Sonia faz uma ressalva para uma das escolhas da lista publicada na Forbes.com, em relação à expressão "Eu não sei". A diretora não vê problemas em usá-la quando você realmente não sabe a resposta. É melhor usar 'eu nao sei', seguido de 'vou procurar a resposta', do que fingir que sabe. "Dizer 'eu nao sei' é sábio, desde que venha a parte da proatividade depois", diz. Confira a lista abaixo:

Vou tentar

O que realmente significa: "não quero fazer, mas não vou dizer isso agora"
Como driblar: "Ponha paixão no seu trabalho", recomenda Linda no artigo para a Forbes. Assim, se o projeto não der certo, provavelmente é porque não era a hora - e não porque você não deu seu melhor.

Tanto faz

O que realmente significa: "quero me livrar desta proposta logo"
Como driblar: evite esta expressão a todo custo. Na opinião de Linnda, utilizá-la cria um muro entre você e a pessoa para quem você respondeu. Se não confia em uma proposta, há outras maneiras de dizê-lo.

Talvez e Eu não sei

O que significa: "não quero tomar uma decisão"
Como driblar: claro que ninguém tem certeza do que é preciso fazer o tempo todo. Mas às vezes estas expressões funcionam como uma tentativa de sair da berlinda. Fique atenta para não cometer esse erro.

Eu te dou um retorno

O que significa: "quero adiar o andamento deste projeto"
Como driblar: ao ouvir uma dessa, insista na pergunta: "quando voltamos a nos falar?". E relembre a pessoa que você precisa de um retorno, por e-mail ou mensagem de texto.

Se

O que significa: "quero jogar a culpa nos outros"
Como driblar: evite usar a palavra em um contexto específico, como "se o Fulano fizer a parte dele, eu faço a minha". É preciso entender que cada um tem sua parte - e não se apoiar nisso.

Sim, mas...

O que significa: "não quero me envolver no projeto"
Como driblar: pergunte a si mesma se, ao dizer "sua ideia é ótima, mas...", está listando obstáculos reais ou apenas se apoiando para não participar da execução de um projeto.

Eu acho...

O que significa: "não me importo o suficiente"
Como driblar: não chute. Ao ser perguntada sobre algo, cheque os dados. Se preciso, diga a seu chefe que você vai verificar, e depois dê um retorno a ele.

Vamos ver

O que significa: "quero evitar confronto"
Como driblar: para Linnda, esta frase é conhecida de todas nós desde quando éramos crianças. Lembra do quanto era frustrante pedir autorização para um passeio e ouvir seu pai responder "Vamos ver"? Não repita esta experiência no trabalho, seja você chefe ou subordinada. Dê explicações claras e, se precisar de um tempo para decidir, combine um retorno e o cumpra.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Lado B

Meus caros, lendo os posts abaixo alguns podem pensar: eu hein, essa garota só reclama! Mas calma, não vamos exagerar. Tudo seu tem lado B - lado Bom.
É maravilhoso trabalhar com o que gosta, ver os resultados de seu trabalho, saber que tem capacidade para desempenhar uma função e que confiam no seu talento.
Seja no escritório, em casa ou no lazer, todos temos as habilidades que desenvolvemos e que, de certa forma, são características que marcam nossa vida, a tal ponto de muitas vezes sermos mencionados como "a fulana que é professora de dança do ventre?", "a beltrana que trabalha na empresa X". "a ciclana que adora animais?" - enfim, temos muitos dons que nem reconhecemos mas que aos olhos dos outros são fantásticos!
Ser secretária executiva, como tantas outras profissões, é um ato de amor e respeito. É o compromisso com a qualidade e a responsabilidade; é o empenho em fazer acontecer para que tudo corra bem.
Melhor ainda quando fazemos um balanço e podemos afirmar, sem sombra de dúvida, que fizemos além das expectativas - tudo o que nos foi proposto - e ainda mais.
É música para nossos ouvidos escutar nosso executivo dizendo a outrem para nos procurar que resolveremos tudo; que somos A Secretária ou A Assessora - tudo de bom!!!!
Por isso o lado Bom da coisa: nem tudo são flores, mas nem tudo são espinhos.
Pessoas, vamos realçar o lado B, vamos nos propor a reconhecer nosso valor, vamos ser convencidos (no bom sentido) de que temos nosso lugar ao Sol e que esse lugar é privilegiado - somos VIP's com entrada liberada no Camarote!
Abraços e boa semana a todos!

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Competência & Reconhecimento


Prezados, após tantos dias ausente, voltamos à atividade. E o tema de hoje é: Competência & Reconhecimento.
Você acha justo e normal alguém bater palma com as suas mãos? Não, eu não acho e só uma coisa me vem à cabeça: ou essa pessoa não as tem ou, se as tem, não sabe usá-las.
Nos dois casos, é lamentável. No primeiro, paciência. Se ela quer usar suas mãos, tem que te pedir uma ajuda e explicar porque quer usá-las. No segundo caso, triste e da mesma forma, a pessoa tem que te pedir ajuda.
No mundo corporativo, precisamos tomar certos cuidados (ou melhor dizendo: muitos cuidados!).
Quando algo está sob sua responsabilidade e você cuida com profissionalismo e competência; quando você desenvolve um projeto, implementa uma idéia própria, ou melhor dizendo em poucas palavras, quando é você quem toca o negócio, nada mais justo do que seu nome aparecer quando apresentarem o resultado, quando mencionarem "a mãe" da idéia seja você a reconhecida, nada mais justo do que você constar nos anais para a posteridade (um pouco exagerado, mas...).
E quando isso não acontece? E quando outros se apoderam de suas idéias já executadas? E quando riscam você do mapa? Aí a coisa fica feia porque há outros batendo palmas com suas mãos. Normalmente, esses "portadores de necessidades especiais" são o chefe imediato, a colega de trabalho, enfim, aquele que usa suas habilidades, conta com sua competência, te enche de responsabilidades, mas na hora de dizer "Foi ela" diz "Fui eu!"
Como dizem por aqui, pense numa pessoa revoltada e com vontade de esganar o chefinho... Mas, como você É UMA PROFISSIONAL, sua educação e ética não deixam que você suba nas tamancas.
Estejam certos de uma coisa: o mundo dá voltas - mais cedo ou mais tarde (e vamos torcer para que não seja tão tarde) seu talento, competência e profissionalismo será reconhecido e você conquistará o seu lugar.
Ficamos por aqui e prometo não passar tanto tempo afastada.
Abraços

segunda-feira, 15 de março de 2010

Amenidades


Quando o ritmo de trabalho está lento, divago nas tantas coisas que tenho visto, ouvido e aprendido.
Uma delas é tentar não estar sempre em alerta - sim, porque tudo que é em excesso prejudica - até as coisas boas.
Precisamos nos dar um tempo, respirar sem pressa, olhar pela janela para observar o céu e as pessoas que apresessadamente caminham pelas ruas, observar o voo de um gavião ou mesmo urubu.
Lembrar do cheiro da terra molhada, do canto dos pássaros, da alegria infantil de ir ao cinema assistir ao filme que tanto queria comendo um balde de pipoca com manteiga (ai, que tentação...), da criançada brincando no parque de areia - simplesmente viver, viver simplesmente. Sem as inumeráveis e descartáveis necessidades que nós mesmos criamos - "Tenho que isso, tenho que aquilo, tenho que..." Tem nada, ninguém tem nada - você faz aquilo que quer e precisa, sem ter que.
Vamos simplificar, descartar o inútil, o que não usamos - e isso falo para coisas, sentimentos e hábitos - não vamos complicar o que a evolução e a tecnologia já traz tão complicado.
Vamos sorrir, cumprimentar as pessoas que cruzam conosco - olhar nos olhos, não ter medo de não ser correspondido - parece que as pessoas tem medo uma das outras, ficam se evitando, se ignorando. E nesse sentido, a tecnologia vem nos afastando cada vez mais com a criação de inúmeros dispositivos que nos fazem ficar cada vez mais com os olhos grudados em nosso próprio umbigo.
Bem, estou filosofando hoje - segunda-feira, início de mais uma semana.
Abraços a todos

segunda-feira, 8 de março de 2010

Procedimentos - Prazos

Depois de alguns dias fora, volto com um assunto muitíssimo delicado: Procedimentos - Prazos.
Todos os atos obedecem a procedimentos e tem prazo/duração, mesmo que sejam habituais. Por exemplo: escovar dentes: pega a escova, coloca a pasta, abre a torneira e por aí vai. Concordam que é um procedimento que obedece a etapas e que cada uma delas tem uma ordem e duração? Adianta você abrir a pasta, a torneira, abrir a boca e não pegar a escova de dentes? Ineficaz, inócuo.
Bem, com os documentos, telefonemas e compromissos é da mesma forma.
Você sabe que tem um evento dentro de 2 meses, que para esse evento você deverá contratar um buffet para servir aos convidados, que as autoridades precisam ser convidadas com antecedência de acordo com os respectivos cerimoniais e procedimentos da instituição - o que você faz? Fica no pé do chefe perguntando sobre a lista das autoridades e demais convidados para emitir os convites aos primeiros e quantificar os segundos. Sem essa informação ficamos de mãos atadas.
Relativamente aos documentos encaminhados solicitando uma entrevista, uma apresentação, os trâmites são os mesmos. A ocasião é daqui a 2 semanas e hoje ele resolve encaminhar o documento pedindo a apresentação (sem custos) de um grupo que, via de regra, já tem agenda pronta para os próximos 6 meses e que também depende da aprovação e/ou indicação da empresa para a qual trabalha. Você prepara o documento, ele assina, encaminha e minutos depois começa a transtorno: ele te liga de 10 em 10 minutos para saber se já tem resposta, qual o mais "poderoso" da empresa com quem ele pode falar, "liga no celular dele" e outras coisas mais.
Talvez seja muito certinha, protocolar ou metódica, mas fala sério!!! Ele não é Deus (nos remetemos ao post passado) e por mais que você, sua secretária seja competente, dedicada, comprometida e queira resolver o assunto, há coisas que fogem da nossa vontade e controle, há coisas que obedecem rigorosamente aos protocolos e procedimentos, mesmo que seu chefe seja o Master! E quando você transmite exatamente o que o solicitado disse a respeito dos prazos e etapas pelas quais o pedido dele deve passar, parece que acende ainda mais o fogo do "passo por cima e quero falar com o maiorial".
Enfim, respiramos fundo, passamos óleo de peroba na cara e ligamos para 2 pessoas somente: Ele e o Mundo!
Abraços e boa semana!

segunda-feira, 1 de março de 2010

Chefes - parte 2

Então, falei anteriormente que grande parte da culpa dos Chefes se sentirem Deuses é das Secretárias e Secretários - mas por quê? Não podemos confundir respeito com submissão e, em muitos casos, é essa a relação estabelecida entre os as partes. Ele, com muitas demandas, algumas delas pra lá de estranhas e descabíveis - ela, com sua competência, criatividade, comprometimento e responsabilidade se desdobrando em inúmeras para realizar as tarefas.
Horário de almoço, para muitas, não existe - está atrelado ao horário do Chefe - se ele almoça, ela também. Caso contrário, regime forçado.
Celular particular ou funcional - não importa. Ele liga a qualquer momento, pedindo, cobrando, perguntando - para ele não há intervalos para ela.
O nível das exigências vai aumentando, o volume das tarefas e responsabilidades também; ela faz um trabalho hercúleo e cumpre prazos, emite documentos do jeito que ele imaginou (mas não falou), providencia tudo conforme ele gosta e precisa.
Naturalmente que tanto mais é pedido àquele que atende - mas no caso das secretárias, há por detrás dessa competência e rapidez um medo de perder seu lugar, de ser substituída ou de ser deixada de lado para que as solicitações sejam feitas a outra pessoa, sem falar no orgulho de dizer que é "Secretária de Fulano de Tal", mesmo que este a veja como uma colaboradora qualquer.
Sim, manda quem pode, obedece quem tem juízo - mas existe um meio termo - nem tanto ao mar nem tanto à terra. Ninguém está programando uma rebelião contra os Chefes - não, longe disso.
Cumprimos nossas tarefas com êxito e primazia, mas temos que deixar bem claro que há coisas que precisam de um tempo físico para serem realizadas, mesmo que sejam hiper-mega-ultra-urgentes; empresas trabalham dentro dos horários estabelecidos comercialmente; finais de semana são feitos para o descanso, quem não se alimenta adoece e não pode ir trabalhar.
Eles são Deuses e nós Deusas - há de se ter respeito e coerência na relação entre os dois.
Bem, por hoje fico por aqui.
Abraços e boa semana para todos!

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Dicas

A imagem não está muito boa - foi o melhor que consegui. Basta clicar sobre a figura e o quadro se amplia - vale dizer que as dicas são para todos os setores de nossa vida: amores, trabalho, família, colegas, amigos, filhos, estranhos e todos que cruzam nosso caminho.
Abraços

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Chefes

Chefes (nem venham com a estória de que "Quem tem chefe é índio") - por que alguns, e porque não dizer muitos, se acham Deuses? Refletindo, boa parcela da culpa é nossa, das Secretárias e dos Secretários.
Naturalmente que, pela lógica, quem exerce a função de Chefe é porque tem competência, conhecimento e bagagem para sê-lo. Há casos e casos.
Aos que estão lá por mérito próprio, galgando degraus no decorrer de anos de dedicação e trabalho honesto, meu respeito e consideração. Aos demais, recebam meu sincero "Sinto muito".
E por que Deuses? Os primeiros, na maioria, são educados, simpáticos, sabem da importância de um "Bom dia" sorridente, mesmo que a coisa já esteja pegando fogo. Valorizam o ser humano que desempenha o papel de secretária ou secretário, por meio de pequenos atos: cumprimentando pelo aniversário, elogiando um trabalho bem feito, conversando de igual para igual, sem deixar a hierarquia pesar sobre a relação.
Respeito não se exige - se conquista - e nesse quesito, sábios aqueles que cativam seus colaboradores e colaboradoras.
Os demais, acham-se no direito de exigir, muitas vezes sem sequer saber o que exigem; fecham a cara e passam pela recepção e antessala pisando duro, abrindo a porta com uma violência desnecessária, já ordenando "Meu café!". Se você está sentada em sua cadeira, nem te vê - experimenta estar no banheiro ou fora da sala por algum outro motivo: imediatamente indaga: Cadê "fulana de tal?" e começa a interfonar desesperadamente para sua mesa.
Competência e saber não é sinônimo de cara feia, falta de diálogo, elevação do tom de voz, indiferença pelos hierarquicamente inferiores, dureza de coração. Naturalmente que nos momentos tensos e decisivos, a seriedade vem à tona no semblante preocupado, nas poucas palavras, na exigência da apresentação das informações e dados corretos. Mas depois de passada a tempestade, colhidos os bons resultados, tudo volta ao normal: "Dona Cristina, estamos todos de parabéns pelo excelente trabalho!" - mãos estendidas para cumprimentar colegas de trabalho e não subordinados.
Bem, ficamos por aqui - abraços

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Especialidade

Lá vou eu toda satisfeita comunicar aos filhos que tenho um blog - primeira reação: Pra quê? Ih mãe, você vai falar do que lá?
Naturalmente que fiquei desapontada pois esperava que comemorassem meu grande feito.
Passada a euforia, decidi que falarei sobre o Mundo Corporativo/Secretárias/Executivos, entre uma ou outra amenidade. Por que? Porque sou Secretária Executiva e amo o que faço. Naturalmente que muito material que será disponibilizado é proveniente de sites, revistas e matérias no rádio ou tv - outros tantos serão conselhos, dicas e opiniões pessoais a respeito dos assuntos acima.
Não pensem que só vou falar disso - temos que ser ecléticos e variar um pouco é bom!
Fui!

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

2012 - fim do mundo?

Fim do mundo em 2012?
Fim do mundo é todo dia, quando sabemos de traficantes que livremente comercializam drogas à luz do dia nas ruas de São Paulo (nesta manhã ouvindo a CBN a caminho do escritório)... quando vemos crianças, adultos e idosos nos faróis pedindo dinheiro... quando sabemos que Fulano se dá bem à custa dos outros... quando ficamos de braços cruzados frente às injustiças e desmandos.
Fim do mundo é saber que as pessoas passam horas nas filas dos hospitais e não são atendidas... é ouvir falar em greve nos setores essenciais da prestação de serviços... é ver poucos com tanto e tantos com tão pouco.
Parece triste e realmente é. Olhar pessimista? Não, realista na parte que me toca quando sei que também estou inclusa na parcela dos "braços cruzados", sem fechar os olhos ao que se passa ao meu redor.
A receita do sucesso: como salvar o mundo antes que acabe? Eu não tenho, mas todos os dias me esforço para que meu mundo não acabe - trabalho com responsabilidade, cuido de minha família, repasso valores morais que farão de meus filhos homens decentes, vejo e revejo conceitos, atitudes e pensamentos para que o meu mundo seja cada dia melhor.
Vamos amar a nós mesmos, a vida - se o mundo acabar mesmo em 2012 teremos vivido esses 2 anos fazendo a nossa parte.
Bom dia para todos!

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Boas vindas



Sejam bem vindos!


Embora tardiamente, resolvi criar este blog que irá compartilhar com os 4 kantos muitas idéias, receitas, imagens e mensagens.

A-do-ro animais (mamíferos em especial), quebra-cabeças, ponto cruz, tricô, palavras-cruzadas, danças (do ventre então, nem se fala!).

Sou feliz, otimista, sagitariana, mãe-executiva-mulher-tia-madrinha-amiga, sentimental e chorona - mas só coisas boas? Não! Sou ciumenta, metódica (em alguns casos isso atrapalha), possessiva e mandona. Estou trabalhando para transformar esses "pequenos detalhes" - mesmo porque, meu espírito terá que prestar contas de sua evolução e fica chato se ao final desta vida meu boletim de desempenho não apresentar melhoras.

Bem, comecei! Agora, vamos aos poucos.

Abraços a todos