terça-feira, 1 de março de 2011

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Vitor Hugo

"A morte não é o fim de tudo. Ela não é senão o fim de uma coisa e o começo de outra.

Na morte o homem acaba e a alma começa.

Que digam esses que atravessam a hora fúnebre, a última alegria, a primeira do luto.

Digam se não é verdade que ainda há ali alguém, e que não acabou tudo?

Eu sou uma alma. Bem sinto que o que darei ao túmulo não é o meu eu, o meu ser.

O que constitui o meu eu, irá além.

O homem é um prisioneiro. O prisioneiro escala penosamente os muros da sua masmorra. Coloca o pé em todas as saliências e sobe até ao respiradouro. Aí, olha, distingue ao longe a campina, aspira o ar livre, vê a luz.

Assim é o homem.

O prisioneiro não duvida que encontrará a claridade do dia, a liberdade.

Como pode o homem duvidar se vai encontrar a eternidade à sua saída?

Por que não possuirá ele um corpo sutil, etéreo?

De que o nosso corpo humano não pode ser senão um esboço grosseiro?

A alma tem sede do absoluto e o absoluto não é deste mundo.

É por demais pesado para esta terra.

O mundo luminoso é o mundo invisível. O mundo do luminoso é o que não vemos.

Os nossos olhos carnais só vêem a noite.

A morte é uma mudança de vestimenta.

A alma, que estava vestida de sombra, vai ser vestida de luz.

Na morte o homem fica sendo imortal.

A vida é o poder que tem o corpo de manter a alma sobre a terra, pelo peso que faz nela.

A morte é uma continuação.

Para além das sombras, estende-se o brilho da eternidade.

As almas passam de uma esfera para outra, tornam-se cada vez mais luz.

Aproximam-se cada vez mais e mais de Deus.

O ponto de reunião é no infinito.

Aquele que dorme e desperta, desperta e vê que é homem.

Aquele que é vivo e morre desperta e vê que é Espírito”.

Victor Hugo

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Human Planet

Bom dia!
Recebi uma mensagem nesta manhã e vou compartilhar com vocês.
Ao assisitir ao vídeo, fui tomada de forte emoção... Como sou abençoada em estar onde estou, conviver com meus pares, trabalhar, vestir, comer, locomover...
Há em nosso querido Planeta tantos outros irmãos que vivem e sobrevivem com tão pouco, em regiões inóspitas, com poucos recursos - diferentes culturas, cores, sabores, sensações - e dessa forma são felizes, trilham seus caminhos, cumprem suas missões.
Vamos refletir e compartilhar as vibrações de amor, respeito e admiração.
http://www.youtube.com/watch?v=2HiUMlOz4UQ
Abraços,
Cris

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

2011

Prezados, depois de muito tempo (muito tempo mesmo), volto ao meu blog. Refleti durante estes meses e percebi que manter um blog é custoso - tempo, idéias, conteúdo e por aí afora.
Vou deixar em aberto o objetivo deste instrumento, postando aleatoriamente materiais que sejam interessantes para mim, que dizem respeito à Cristina que muitos desconhecem.
São todos bem vindos e espero que gostem da diversidade.
Abraços,

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Vamos abrir o olho

Amigos, novamente venho com um assunto diverso do propósito deste blog. Pensanso bem, se observarmos com cuidado, o assunto não é assim tão fora do contexto, visto que trata-se de falta de ética e de compromisso, irresponsabilidade e mau uso da máquina administrativa, entre tantas outras coisinhas.
Vejam abaixo o esquema sobre o caso Erenice Guerra - que vergonha!!



sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Crueldade

Hoje venho falar de um assunto completamente fora do contexto (até um segundo juízo).

Em 16 de setembro o SBT apresentou o programa Conexão Repórter falando sobre Crueldade com Animais. Como muitos de vocês sabem, sou apaixonada por eles e repudio toda e qualquer forma de maus tratos. Indignada, com nojo e muito pensativa, decidi escrever algumas considerações a respeito do assunto.

Você come carne? Com que frequência? A carne é essencial para o organismo do ser humano? Você sabe qual a procedência da carne que consome? Estas e outras tantas perguntas permeavam minha mente e agora vem à tona, pois não é concebível nos alimentarmos quase que basicamente de outros seres vivos. Não sou vegetariana ou veganista, mas sou um ser pensante. Vamos trocar de lugar com eles: você nasce, é afastado de sua mãe e de sua família, colocado em um local inadequado para seu crescimento (como toda criança ou filhote, quer correr, brincar, tem fome, frio, gosta de ficar perto da mãe e muito mais). A depender do caso, cresce e começa a observar que os mais velhos são preparados para serem levados ao matadouro e de lá não voltam. No ar, um clima de tensão, medo, dor. Para as vitelas (bezerros recém nascidos) é pior: são separados de suas mães e enclausurados em pequenos cubículos, sem iluminação e sem espaço para se mexerem, para não criarem músculos e oferecerem uma carne branca e macia. Os animais abatidos sofrem uma descarga elevadíssima de adrenalina no corpo, contaminando a carne. Isso sem falar do lado espiritual da coisa: inúmeros espíritos desencarnados e vampiros envolvem os condenados, alimentando-se do desespero, da aflição, e depois do abate, sugam os fluidos, remexem as carnes... um verdadeiro banquete de horrores. Mas ah, que exagero – um bifinho é tão bom, dirão os Homens (ops, eu falei Homens – será?). Existe o abate humanitário, que proporciona ao animal um desligamento anterior à morte, quando são anestesiados e não sentem dor ou desespero. Na verdade, o que precisa existir é o não-abate – precisamos aprender a nos alimentar de outras fontes que preservem a vida animal. Superpopulação de vacas, galinhas, peixes e outros comestíveis? Não, não haveria pecuaristas, granjeiros – haveria apenas os animais necessários para fornecer os produtos secundários (leite, ovos). A ciência já é capaz de desenvolver substâncias semelhantes à proteína animal.

Este assunto é inesgotável e penso, com tristeza, que a humanidade ainda não está preparada para dar esse passo rumo à vida.

Somos menos que animais, pois eles matam para alimentar os filhotes e saciar a fome, mantendo o equilíbrio natural do sistema. Nós, matamos para saciar a fome, congelar, estocar, preparar jantares homéricos para ostentar riqueza, luxo e poder.

Você seria capaz de esmagar uma pessoa viva? Seria capaz de descartar um filho porque ele nasceu com um defeito físico ou porque já tem 2 e não quer mais? Há pessoas que responderiam sim às perguntas, mas elas não contam porque não são pessoas – são coisas que precisam de nossas orações para que possam, algum dia, de alguma forma, elevarem-se em direção à evolução, ao amor. Pois é, com os pintinhos a coisa muda: os que são “patinhos feios” são esmagados junto com as cascas dos ovos, vivos, piando pela vida.

Vamos para outro ponto: tradições e costumes. Touradas, matança de golfinhos, baleias e focas. Gente, tem cabimento isso? A troco do que? Pense num arpão penetrando suas costas, você sendo sufocado e carneado, muitas vezes ainda vivo? De acordo com informações do Green Peace, os estoques de carne de baleia e golfinho no Japão estão altíssimos, pois a população não quer mais se alimentar deles. E o que fazem? Ano após ano continuam matando milhares e milhares. Olha que beleza – o ecossistema fica com uma falha, desequilibra-se e a Natureza procura seu equilíbrio aumentando a temperatura, provocando chuvas, seca e erupções que para muitos são apenas eventos adversos ou resultado do efeito estufa.

Fico tão revoltada com tudo isso... você já olhou nos olhos de um cachorro? O que eles pedem? Amor, carinho, cuidado, companhia e claro, comida e água. Eles confiam de olhos fechados no ser humano e nós retribuímos como? Jogando filhotes no rio, acorrentando cães, abandonando-os quando eles ficam um pouco mais velhos, já não servem mais e começam a exigir um pouco mais de nosso tempo (posso te contar uma coisa: nós fazemos isso com os idosos e as crianças também – sabia?).

Poderia escrever muitas e muitas linhas, mas intimamente, sei que nada é novidade, que todos sentimos a mesma repulsa, horror e assombro, que todos temos gravado em nosso DNA o amor, a caridade, o fazer o bem, a compaixão pelos seres ditos irracionais, que todos somos filhos d’Ele mas somente alguns estão despertos, estão de braços e coração aberto para a vida.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Tudo o que você não deve fazer na entrevista

Prezados, seguem abaixo algumas recomendações para auxiliar-nos no momento da entrevista.

7 recomendações para abolir deslizes clássicos no cara a cara com o recrutador

Nem tão cerimonioso a ponto de se render à robotização nem tão informal prestes a se tornar íntimo do selecionador. Em uma entrevista de emprego vale o bom senso, o equilíbrio e a transparência na relação entre as partes. A cautela deve acompanhar o candidato que vai participar de um processo seletivo desde a escolha do perfume até a entonação da fala.

Ilana Lissker, consultora e sócia da Search Recursos Humanos, e Priscila Azevedo, consultora da Veris Carreiras, contam quais são os equívocos mais comuns na entrevista e orientam como o candidato deve se portar para não escorregar na hora H.

1. Traje e acessórios
Uso de cores extravagantes como a amarela e a verde-limão, tecidos brilhantes, roupas muito decotadas, brincos grandes e barulhentos, maquiagem carregada, cheiro forte de perfume.
Correto: Entrevista de emprego não é uma festa. A ocasião pede um traje formal - terno ou camisa e calça social - de cor neutra como preta, cinza ou azul marinho. Os brincos devem ser discretos, a maquiagem deve apenas realçar a beleza natural do candidato e o uso do perfume deve ser controlado.

2. Gestos
Expressões exageradas, cruzada de pernas de modo descontrolado, braços cruzados ou apontados de forma expansiva para os lados ou em direção ao entrevistador, olhar cabisbaixo ou erguido podem revelar falta de controle emocional, baixa autoestima, arrogância ou comportamento inadequado à ocasião.
Correto: olhe nos olhos do recrutador e gesticule moderadamente.

3. Fala
Entonação muito alta ou baixa revela excesso ou falta de entusiasmo. Gírias e informalidade prejudicam o candidato. Erros grosseiros de português, redundância ou frases vazias - sem relevância - demonstram deficiência na comunicação e falta de objetividade.
Correto: Fale de maneira firme e articulada, sem atropelar o entrevistador. Preste atenção às perguntas dele e responda com assertividade. Em caso de dúvida, devolva a questão de uma forma diferente para esclarecer o que ele quer saber. Respeite às regras da língua portuguesa e use termos de sua área durante a conversa.

4. Informações pessoais
Para conseguir uma vaga o candidato engana o entrevistador. Diz que não tem filhos, está bem de saúde e aceita viajar ou mudar de cidade pela empresa. Ou exagera nos detalhes quando questionado sobre a vida pessoal. Exemplo: o recrutador pergunta por qual motivo o candidato separou-se do cônjuge e ele conta toda a sua história de vida para responder a questão.
Correto: Seja sincero e objetivo. O recrutador busca conhecer o candidato porque sabe que determinadas características pessoais ou situações vão interferir no trabalho. É preferível ser eliminado do processo por causa de uma informação verdadeira do que se frustrar depois de contratado. Todavia, tenha bom senso ao falar sobre si.

5. Sobre a carreira
Do mesmo modo, o candidato mente ou omite dados importantes sobre a vida profissional ou ainda desvia-se da pergunta do selecionador. Costuma-se mentir o nível do idioma estrangeiro e a função ocupada em empregos anteriores. Ocorre também de o profissional desligar-se de uma empresa por divergir das lideranças e, na hora da entrevista, criticar a organização ou os colegas com quem trabalhou.
Correto: Diga a verdade com profissionalismo. Os recrutadores são especialistas em identificar contradições ou mentiras.

6. Sobre a empresa
O candidato comparece à entrevista sem saber informações básicas sobre a organização como ramo de atuação, porte, abrangência geográfica. Quando questionado sobre o porquê do interesse em trabalhar na companhia acaba se atrapalhando na reposta.
Correto: Acesse o site da empresa antes mesmo de enviar o currículo. Agregue o máximo de informações possível e verifique se os valores da instituição são condizentes com os seus.

7. Dúvidas
O candidato é demasiado passivo, sai da entrevista cheio de questionamentos. Ou é impaciente, faz perguntas em momentos impróprios. Interroga, por exemplo, qual o salário e os benefícios oferecidos pela empresa logo na primeira entrevista.
Correto: Deixe para sanar as dúvidas no final da entrevista. O salário, grosso modo, é negociado nas últimas etapas do processo seletivo. O interesse inicial deve estar na vaga disponível e nas oportunidades de crescimento profissional que a empresa pode proporcionar ao candidato.

Por Rômulo Martins